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sábado, 14 de novembro de 2009

O que é que a promoção da leitura tem a ver com a escola?


Se faz frequentemente esta pergunta a si mesmo siga por aqui - aguçado fica o apetite para a leitura do texto integral com estes excertos:

(...) la promoción no es una forma de alejarse de los objetivos escolares, alivianarlos, o “desescolarizarlos” sino de darle nuevas formas y significados a las tareas de enseñanza.

(...) El peligro de llamar a la desescolarización de la lectura entonces estaría en la negación de la responsabilidad de la escuela de hacerse cargo de repensar la enseñanza y la búsqueda de nuevos caminos para que la lectura tenga otros significados en la vida de los lectores escolares.

Para vencer ese riesgo quizás el cruce entre los aportes interesantes provenientes del campo de la promoción y la resignificación de la idea de “escolar” —cargándola con sus mejores resonancias cuando se piensa en la lectura— sea un modo renovado de pensar la tarea de enseñar a leer.
Cecilia Bajour

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Parece tão simples...


Quando se fala em biblioteca escolar, é inevitável pensar nos hábitos de leitura dos alunos.
Formar bons leitores significa encantar as crianças, enfeitiçá-las com o poder que vem dos livros.

Mas isso não se forja com obrigações, muito menos com trabalhos sistemáticos de compreensão de texto. (...) a leitura é sempre um meio, nunca um fim.

Por isso, na escola ela deve ter várias funções, pois é diferente
ler para se divertir,
ler para escrever,
ler para estudar,
ler para descobrir algo que deve ser feito etc.

(...) que o acervo da biblioteca seja variado,
que nos momentos de leitura livre o professor leia junto com a turma
e que os alunos também possam, em alguns momentos, escolher as próprias leituras
e levar os títulos para casa.
                                                                                                  

Parece tão evidente que nem vale a pena ser reforçado? Ou será que sim?
 
Quando equaciono o peso que damos, no quotidiano (e que permitimos que os nossos alunos possam experimentar pela nossa mediação), à "leitura-estudo-obrigação" face à "leitura-fruição", à "leitura-desafio", capaz de nos mobilizar todos, completamente, de algum forma mudando a pessoa que somos e fazendo-nos olhar a vida com outras sensibilidades... Penso que teríamos que rever algumas coisas e humildemente aceitar que muitas vezes não confiamos o suficiente nessa força da leitura como tal e acabamos por manchar de excessiva e sensaborona "não comunicação" (para não lhe chamar outras coisas porventura mais atrevidamente provocadoras...) os espaços de leitura que, cheios de boas intenções, criamos na escola para os nossos alunos... 
 
A pergunta (fundamental?) que me apetece pôr é: com esta atitude de preponderante "doutrinação" face a outras possíveis - que deveríamos constantemente perseguir, experimentar e partilhar - de colaboração, de cumplicidade, de envolvimento, estaremos a incentivar para a leitura ou a desmotivar para ela as nossas crianças e jovens?

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Mas afinal... ler "serve" para quê?



Ler: gostar ou não gostar de ler...

Ler: tem a ver com...

Ler: é fundamental, imprescindível porque...

Ler: deve promover-se a leitura...

E que tal juntar ao panorama, sem dúvida sempre urgente e necessário, de identificar, perseguir e concretizar renovadas formas de incentivar a leitura, uma história como esta?

Para mim foi inspiradora.
Convido-vos a experimentar (mais) esta leitura! :)