quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Voar...


Sempre me fascinou, voar sempre me fascinou...

Mas voar, voar mesmo como a águia, a gaivota, a cegonha - nunca por nunca voar de avião, já de balão seria outro encanto...

Voar e planar, voar no voo picado e perfeitamente alucinante do falcão direito àquele coelho desprevenido, voar subindo inebriada de azul...

Voar na vida. Voar nos sonhos e nos projectos.

Voar por dentro.

É por isso que este blogue nasceu hoje.

2 comentários:

Galega Encarnada 1 disse...

Voar também sempre foi um dos meus desejos, desejo que nos sonhos, certamente à luz da lua, realizava. E voava, qual luz super-rápida, em direcção ao firmamento sempre azul, sempre reluzente. Um tapete? Porque não? Deixar-me nele conduzir pela mão de ... uma eterna aprendiz contadora de histórias.

Glicéria Gil disse...

"Observemos como as águias voam. Elas voam de forma toda própria. Usam a própria força apenas para iniciar o vôo. Batem as asas e forcejam para ganhar certa altura. Uma vez alcançada, aproveitam a força dos ventos e se deixam carregar por eles. Possuem um instinto muito apurado para captar correntes de ar e sabem tirar proveito delas. Se há apenas brisa leve, elas flutuam suavemente. Se irrompem ventos fortes, elas usam da força deles para voar bem alto e deslocar-se com grande velocidade. Apenas manejando à esquerda e à direita suas enormes asas que podem chegar a mais de dois metros de diâmetro".
In "A águia e a galinha" Leonardo Boff
http://www.leonardoboff.com/